APELO À LUTA CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO

Não!

Definitivamente não alinho.

Independentemente do que pudesse pensar do acordo, há limites para aquilo que uma pessoa subscreve.

Chegou-me por correio electrónico. Transcrevo-o no fim deste texto.

1
“lol”. Nada melhor para garantir o amor pela língua pátria do que um bom “lol” aqui e ali. Fica bem, mostra modernidade. Pacóvio, mas moderno, o lolzinho. Bom começo!
2
O cavalheiro, ou senhora, conhece aquela parte da gramática escolar onde deveria ter estudado palavras com a mesma grafia e som diferente? A coisa tem nome e… existe! Espantoso! A cabala acordística, a conspiração acordeira vem de longe! Catástrofe!
Quererá dar uma vista de olhos na grafia anterior à que lhe foi ensinada? Era pior? Porquê? Sabe dizer? Então, que tal aproveitar para ler as reacções de gente respeitável – e em prosa muito melhor do que este seu manifesto – aquando da alteração introduzida?
3
Será certamente ignorância minha, mas eu nunca pronunciei o p em Egipto. Ou, se o fiz, não me lembro. Concordo que faz alguma confusão o p aparecer em egipcio e não em Egito.
6.
Desvantagens em manter a situação, a existir – e algumas foram avançadas, mas parece que, afinal, pelo seu texto, não existem… – seriam, claramente, nossas. Por razões que deveriam ser óbvias.
7.
“no range maior”
De facto, apetece ranger os dentes, perante tão patriótico fervor. porque, na sua magnífica sabedoria, no seu manifesto amor pela língua, o magnífico autor, ou magnífica autora, do brilhante manifesto, não encontra nada no dicionário que substitua o vocábulo range – que, à boa maneira lusitana, só podia ser macho!
Dá gosto ver portugueses levantarem-se em defesa da sua língua! É assim mesmo! Ficará Vossa Excelência para a posteridade, lado a lado, nos ranges do luso Olimpo, com tantos, esses doutos, que, já agora, poderá aproveitar para ler.
E, já agora, se um brasileiro não se rir de si perante esta sua pretensão de que aprendemos facilmente o português do Brasil, acredite-me, será por absoluta cortesia. Suponho que o conceito lhe possa ser estranho, pelo tom geral do texto.
8
Quais outras empresas?
9
Caberia na cabeça de alguém manter a grafia anterior ao acordo nos manuais escolares? A opção respeita quem aprendeu pela ortografia cessante.
10
O povo foi contra? O povo manifestou-se contra??
11
Que paralelismo pode encontrar, de uma forma minimamente honesta, entre qualquer língua ibérica e o Basco e duas variantes do português?
13
Permita-me o sorriso: talvez os brasileiros escrevam ator por causa de attore (seria interessante vermos o papel do duplo tt). E, desta forma, afastamo-nos da generalidade das línguas europeias. Nós, descendentes dos romanos, pela língua, afastamo-nos por influência… dos italianos. Viva Roma! (Italianos, Itália, Roma, romanos, latim… está a ver o peso do seu argumento? Vai uma pizza?)
14
Um ponto, duas magníficas pérolas da argumentação:
a) “do resto das colónias” – magnífica e cuidada revisão de um manifesto que visa levantar as gentes. Ou é mesmo para ser lido tal e qual?
b) “Tenho amigos Angolanos” – o clássico argumento. Quantos não tiveram amigos homossexuais, há uns largos meses, por outro assunto…
Uma pessoa fica satisfeita ao ver que o mundo continua a girar!
15
Portanto, os Brasileiros deveriam ter pedido autorização? E quando o Brasil manteve termos que deixámos cair a favor de estrangeirismos ou de modernismos? Ah! pois, os donos da línguasomos nós! Eles serão, apenas, os das colónias. Para todos os efeitos, nesta questão, serão os pretos. Uma pessoa esquece-se!
16
Aqui, atingimos o auge. A coisa vem de rajada. É preciso fôlego.
Em primeiro lugar, sabemos escrever actor em não sei quantas línguas, mas não sabemos de onde vem “enquete”. E, no entanto, vem de perto, de bastante perto! E não se nos sujam as mãos ao instalarmos software. Já o deletar soa mal – e aí estamos de acordo, a palavra é feia. A mim, soa tão mal como software, ou softwares, mas serão gostos…
Compreendo, contudo, e sofro consigo, ao pensar que se vê obrigado a usar programas informáticos (os tais softwares) em inglês. Mas porquê? Ele há-os em francês, espanhol, italiano, alemão… ou, perdoe-me a impertinência, o inglês é a única outra língua que pensa conhecer?
18
Considera o trema caído um mal menor? Porquê? Sabe qual a função dele? Sabe em que palavras ele já foi usado em português europeu e como a argumentação que usou largamente em pontos anteriores poderia servir para defender a sua reintrodução?
19
Perdoe-me o manifesto abuso, mas… e o termo pseudo-intelectual não poderá aplicar-se a quem escreve um manifesto desta maneira?
Na melhor das hipóteses, claro!
20
Esta, sim, é uma verdadeira proposta lusitana, português-suave, magnífica pela sua total inutilidade.
21
Estamos a falar de quê, concretamente? Basta-lhe especificar ou exemplificar melhor para ver a armadilha do seu argumento…
22
Mais um naco de prosa inefável, pela precisão, ausência de preconceitos, enfim, pela elevação que imprime a este seu manifesto desde a primeira linha!
Leio livros, jornais, páginas e páginas escritas por brasileiros, e poderia garantir – como se fosse necessário – que isso é falso. Tenha vergonha!
Se a luta contra o acordo é feita a este nível, espero bem que tenha o fim que merece: o rápido esquecimento. Livra!

Eis o manifesto, apelo, o que quiserem chamar-lhe:

São como eu CONTRA O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO???

SE SIM, fiquem a saber que EXISTE UMA FORMA DE TRAVAR O ACORDO e ainda podemos ir a tempo. Tudo é possível.

Só temos de fazer duas coisas: dar uma assinatura, e ESPALHAR PELOS AMIGOS. Quer em papel, quer reencaminhando este email. Espalhem por todos os que conheçam a ver se vamos a tempo.

Neste site têm tudo explicado, e links para o site do movimento:

http://www.PortuguesPt.com

Leiam o site, é rápido. Ele explica o que fazer. E tem links para o movimento. Está tudo escrito.

E POR FAVOR REENCAMINHEM ESTE EMAIL!!!

Mesmo que não assinem, ao menos REENCAMINHEM O EMAIL, porque o segundo que perdem com o forward, poderá ajudar a nossa língua.

A nossa Língua Materna Agradece!

Para quem acha que o Acordo é bom, ficam aqui algumas razões:

1. Este é apenas o 1º de outros acordos que se seguirão, diz-se até que este foi insignificante, se este prosseguir, os outros serão imparáveis. O que virá nos próximos? Se lá se fala “tu quer” (Gaúchos) ou “você quer” acho que iremos um dia falar igual. Entre outras coisas lol.

2. O “C” de Directo serve para algo. Para os Brasileiros é mudo porque eles acentuam todas as sílabas como os Espanhóis. Nós não, precisamos de ter o “C” para nos dizer que “directo” é lido como “diréto”, senão seria como coreto (“corêto”), cloreto (“clorêto”), luneta (“lunêta”), não dizemos “lunéta” nem “cloréto” nem “coréto” não é? Vamos ler “direto” como? “dirêto”? Enfim, o “C” serve para algo cá, no Brasil não, mas cá serve. Ou sem o “P” em Baptismo ficar “bâtismo” como “batida” já que é o “P” que abre a vogal? Será melhor em vez desta regra do “C” e “P” dizermos antes às crianças e estrangeiros que têm de decorar uma lista de centenas de palavras de excepção onde se deve ler “Á” sem ter o “P” ou “C”, etc, ou mais fácil ensinar a regra do “P” e “C”?

3. Vai ser bonito falarmos Egipto com o P e lermos Egito sem o P. E como as crianças aprendem o que é Egipto na escola e não em casa (não andamos a falar no Egipto a crianças de 3 ou 4 anos), irão aprender a falá-lo como “Egito” sem “P”, mesmo que os pais falem com “P” (eu falo o “P” em Egipto, por acaso). Prova de que a escrita alterará a fonética.

4. Vamos ensinar um Inglês como? Dizer-lhe «olhe, você aqui lê EGITO mas NESTE CASO específico, fale “EGIPTO” finja que existe lá um “P” imaginário, finja que é como o “EGYPT” do seu país, mas escreva só “EGITO” não tente perceber, o Português é assim! E olhe há egípcios, egiptólogos, tudo tem P mas no Egipto é EGITO, sem “C”!» – É isto que vamos dizer ao ensinar Português? Obrigá-los a decorar palavras de “excepção à regra”?

5. E que mal tem “pêlo” ter o acento? É mais bonito escrever: “agarrar o cão pelo pelo”?…

6. Não há qualquer desvantagem em em existir Português-PT e Português-BR, como há Inglês diferente em UK e USA (doughnut e donut), como com o Espanhol onde “coche” na Espanha será “carro” na América do Sul, etc. Cá só há desvantagens e custos com o Acordo. Seremos o único ex-colonizador a escrever e falar como a colónia (por algum motivo obscuro). Não nos entendemos assim? Só pouparíamos dinheiro e neurónios.

7. Peçam a um Brasileiro para dizer “Peniche” após a falarmos e verão a palavra que sai de lá ao nos tentarem imitar. Isto porque o Português-PT tem muito mais riqueza fonética e até linguística que o Português-BR. Aprendemos facilmente o Português-BR e eles não aprendem tão facilmente o Português-PT porque lhes falta essa prática no range maior de sons que a nossa língua contém, havendo até quem diga que somos os melhores a aprender línguas e sotaques no mundo devido à riqueza da nossa língua. Vamos aproximar-nos do Português-BR porquê?

8. Corretora Oanda, movimenta triliões, é a maior corretora cambial do mundo, traduziu os seus manuais para Português-PT. Isso mesmo, nada de Acordo, nada de Português-BR. Português-PT. Porque vamos nós andar a alterar o Português e mostrar-lhes que afinal fizeram a escolha errada? Entre muitas outras empresas.

9. Querem que os livros escolares de 2012/13 sejam já com o novo acordo. As crianças serão ensinadas neste primeiro passo a lerem e escreverem de forma diferente. Não é assim opcional a mudança como nos querem fazer querer. A mudança é obrigatória, é imposta nas escolas, já está nos media, etc. Não podemos escolher continuar como estamos porque daqui a uns anos será mesmo errado. Os Brasileiros cortam “C” e “P” e podem ler da mesma forma, nós não! Esqueçam a dupla grafia…

10. O que é que o povo mandou? Inquéritos em que umas 65% das pessoas rejeitaram o acordo, umas 30% não saberem o que é e o resto diz que sim? E que salvoerro umas 28 em 30 universidades e editoras consultadas disseram que não? Além de muitos linguistas? Porque é que é aprovado o acordo contra a vontade do próprio povo? Mesmo uma petição com 120.000 assinaturas foi apresentada a 50 deputados dos quais 49 faltaram e uma apareceu e ignorou. Para ir mesmo à Assembleia, só com  uma ILC!

11. Os Portugueses devem estar mesmo no fundo. A falar do glorioso povo do passado e ninguém quer saber da língua. Os Espanhóis nunca aceitariam  um acordo destes para os obrigar a falar como os Argentinos! Os Bascos, são apenas uns 100.000 ou 200.000 a falar Basco, nunca desistiram até ao fim e agora têm até a língua Basca como oficial no seu pequeno “país”. Só o Português é que deixa andar e desleixa a língua e deixa que outros façam o que querem dela…

12. Estamos nós a defender letras como “C” em Directo que realmente não são inúteis, têm a sua função, e lá fora há línguas que mantêm letras desnecessárias, como “Dupond” ou “Dupont” em Francês que nunca apagaram nem apagarão o T só porque não é lido!! Vamos apagar porquê? Somos burrinhos e é difícil para nós percebermos para que servem e por isso cortamos?

13. Há mais falantes nativos de Inglês mais Espanhol juntos (Espanhol mais ainda que Inglês), que passam de um bilião de nativos, e mais de 2 biliões de falantes não nativos das mesmas, do que os 200 milhões de Brasileiros. Estarmos a afastar a língua de 2 biliões de pessoas para ficarmos mais próximos do Brasil é disparate. Mais uma vez, para facilitar a vida aos Brasileiros, vamos dificultar a vida a quem quer aprender Português lá fora e tornar a língua inconcisa como visto acima. Vejam: “Actor” aqui, “Actor” no Latim, “Acteur” no Francês, “Actor” no Espanhol, “Actor” no Inglês, “Akteur” no Alemão, tudo com o “C” ou “K”, e depois vêm os Brasileiros com o seu novo: “Ator” (devem ser Influências dos milhões de Italianos que foram para o Brasil e falam “attore”). Algumas outras: Factor, Reactor, Sector, Protector, Selecção, Exacto, Baptismo, Excepção, Óptimo, Excepto, etc, “P”, “C”, etc. Estamos a fugir das origens, do mundo, para ir atrás dos Brasileiros. Quanto amor não?

14. Alguém quis saber do resto das colónias que não falam da mesma forma que os Brasileiros? Só o Brasil é que interessou ao Acordo (já que Portugal foi o que cedeu). Tenho amigos Angolanos que dizem falar como no Português-PT e não querem o Português-BR nem o Acordo e nem foram consultados! É só o Brasil o dono da língua?

15. O Galego-Português da Galiza, o da variante da AGLP, é mais parecido com o Português de Portugal neste momento que o próprio Português-BR. Os Brasileiros têm alterado a língua sem se preocupar com o resto do mundo, porque é que temos de ser nós a pagar pelos seus erros e prepotência?

16. ODEIO instalar um software e ver que vem tudo em Português do Acordo, e fóruns também, em que uma votação é uma “ENQUETE” (sei lá como foram inventar isto), em que um utilizador é um usuário, em que “apagar” é “DELETAR” (do “Delete” Inglês, por incrível que pareça nos seus dicionários), ou Printar, ou etc. Por vezes sou obrigado a utilizar softwares em Inglês para aguentar… Como haverá agora Português-PT e -BR ao gosto de cada um, se só existirá um “Português”? Eu quero sites e softwares que eu entenda e na minha língua e isso SÓ É POSSÍVEL mantendo o -PT e o -BR separados! Senão será tudo misturado para sempre! E depois lá vamos nós “enquetar” (votar) e coisas assim (enquetes = votações)…

17. A prova do ponto 16, é que o próprio Google Translator já só tem o “Português” e tudo o que escreverem ficará no Português-BR, e até “facto” que ainda não mudará já aparece lá como “fato”, é bom que nos habituemos pois será o que virá nos próximos acordos, bem como “oje”, “abitação”, etc.

18. No Brasil mesmo não sofrendo as alterações que temos, há milhões contra o acordo também por coisas tão insignificantes como o acabarem com o “trema”!!! Vejam na net!! E nós com alterações tão brutais, ainda estamos contentes e sem fazer nada!!!

19. Existirão sempre pseudo-intelectuais em todas as línguas que irão dar a vida pelo acordo (sem querer ofender ninguém), achando que é o ideal, e que salvará o país e que dará emprego ao país, e até que sem isto a lígua Portuguesa morre e haverá um “Brasileiro”. A variante Português-BR nunca poderia ser uma língua independente como “Brasileiro” só pelas alterações que fazem, não há esse perigo, teria de ser radicalmente mudada (nunca acontecerá) de propósito para o efeito. Não inventemos. A variante Português-BR nunca poderia ser considerada outra língua. E não deixem que pseudo-intelectuais nos tratem como burros só porque defendemos a língua. Tudo o que é chicos espertos e pessoal com manias irá para a defesa do acordo (existirão também pessoas decentes a defendê-lo é certo).

20. Nada impede que haja uma espécie de concordância mais simples em que digam apenas que incluímos palavras deles e nossas num dicionário universal mas SEM IMPOR regras a ninguém, e que no futuro cada um dos países só alterará a SUA PRÓPRIA variante com acordo dos outros, sem impingir aos outros essas mudanças, apenas para evitar que as mudanças no Brasil possam ir ainda mais longe e arruinar ainda mais o Português das restantes colónias. Nada impede isso.

21. Com o Português unido, qual ficará a bandeira oficial? Já vejo por todo o lado a bandeira do Brasil no Português, mas se tivesse Brasil para Português-BR e a Portuguesa para Português-PT, ainda era aceitável, apesar de sabermos que só há uma bandeira oficial que é a Portuguesa, mas é difícil impedir o patriotismo Brasileiro, mas com tudo unido, haverá a tendência das empresas para adoptarem a bandeira do país que tem mais população, o Brasil, mais valia termos variantes.

22. Cada vez que me lembro que lá já escrevem quase todos “mais” em vez de “mas” porque falam no fundo “mais” com o sotaque e eles têm a tendência de passar para a escrita a forma como falam, no futuro não será de admirar que nós sejamos em futuros acordos obrigados a escrever também: “eu fui lá MAIS não vi ninguém”, é que lá há a tendência do que se fala passar para a escrita com o tempo… “Presidenta” já está nos dicionários, só falta transformarem um dia o “Presidente” em “Presidento”, era só o que faltava… Já há muito tempo que o Brasil anda a adulterar a língua sem ninguém intervir, e agora ALTERAM A NOSSA!

23. EXISTEM FORMAS DE TRAVAR ESTE ACORDO! Petições ou clicarmos num LIKE no Facebook não fazem nada. Há uma ILC em movimento que será entregue em breve, prazo final para impedir esta desgraça. É chato porque temos de imprimir um miserável papel e enviá-lo, porque é para a Assembleia, mas quem é que diz ser contra e fica sem agir? Se 20 pessoas assinarem, fica a 2 cêntimos cada o envio dessas assinaturas por correio. É só colocar num marco de correio! Houve uma ILC antes, e entrou na Assembleia, e anulou uma lei de Arquitectura. As ILC’s podem ter esse poder. É uma forma do POVO LEGISLAR. Do povo criar leis, e acabar com leis. O Governo fez isto sem apoio de ninguém e nós podemos tentar fazer algo para corrigir. Quem é o Governo para legislar sobre a língua, ilegitimamente?

24. Há mil outras razões para dizer não ao acordo, mas… para quê? Estas não chegam?

25. Para terminar fica uma frase de Edmund Burke: “Tudo o que é necessário fazer para que o mal triunfe, é que os homens bons nada façam.” Neste caso, tudo o que é necessário fazer para que o Acordo triunfe, é que NÓS continuemos à sombra da bananeira, e deixar o tempo passar. Porque o Acordo foi aprovado e se ninguém lutar contra ele, ele já cá anda.

Se estas razões forem suficientes para vocês, então vamos agir. Basta uma assinatura e as instruções estão no site acima.

Nada é garantido à partida mas vamos-nos ficar sem dar luta?

Se não quiserem assinar, por favor enviem aos vossos contactos.

SOMOS PORTUGUESES E TEMOS DIREITO A MANTER A NOSSA LÍNGUA

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